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Quando ouvimos o colaborador dizer que se feriu, mas não foi nada ! Tétano !

Nas atividades de trabalho, os colaboradores estão sujeitos a acidentes com cortes e perfurações, e vários desses possíveis ACIDENTES estão associados a materiais contaminados por ferrugem. Por isso que estamos sempre exigindo dos colaboradores o cartão de vacina, para se ter o acompanhamento da saúde do colaborador. Pois em caso de um contato acidental com esses materiais dependendo do evento poderão se contaminar ou desenvolver um TÉTANO. O que é tétano acidental e como se contamina?Tétano é uma doença grave causada por uma bactéria que pode estar presente em objetos de metal, de madeira, de vidro ou mesmo no solo (pregos, latas, ferramentas agrícolas, cacos de vidro, galho de árvore, espinhos, pedaços de móveis e outros). A bactéria pode estar presente em objetos de metal mesmo que esses não estejam enferrujados. O contato com entulhos da construção civil, atividades agrícolas, destroços resultantes de desastres associados às inundações, deslizamentos, vendavais, granizos e outros podem provocar lesões na pele e consequentemente o adoecimento por tétano acidental. As pessoas podem adoecer quando, acidentalmente, sofrem lesões na pele (ferimentos, cortes, perfurações) por objetos deixados no ambiente e contaminados pela bactéria. Por isso a importância da utilização de equipamentos de proteção individual (luvas, botas, capacetes etc.). Quais os principais sinais e sintomas da doença? Febre baixa ou ausência. Alterações locais do ferimento da pele e mucosas. Contrações espontâneas ou provocadas por estímulos táteis, sonoros, luminosos ou alta temperatura ambiente.  Espasmos musculares: faciais (riso sardônico), do pescoço (rigidez de nuca), do maxilar, atingindo os músculos de abdômen (em tábua, barriga dura). Dificuldade de engolir o alimento. Insuficiência respiratória. Alterações neurológicas. Uma das preocupações no período de enchentes é a ocorrência do tétano acidental. As inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente, facilitando a ocorrência de casos da doença. O tétano é uma doença infecciosa aguda, não contagiosa, adquirida através da contaminação de ferimentos (mesmo pequenos) com esporos do Clostridium tetani e que pode levar à morte. Os principais sinais e sintomas do tétano são: inicialmente contrações musculares involuntárias na região do ferimento, posteriormente ocorre contração dos músculos da face (riso sardônico), do pescoço (rigidez de nuca), atingindo os músculos do abdômen (abdômen em tábua, barriga dura), em fase mais avançada pode ocorrer dificuldade de engolir o alimento, insuficiência respiratória, entre outros. O tétano acidental, geralmente, ocorre após exposição ao agente, nos ferimentos superficiais ou profundos de qualquer natureza, provocados pelos seguintes materiais: metais (enferrujados ou não), madeira, vidro ou outros objetos contaminados presentes no solo. Por isso, é importante que os indivíduos se atentem quanto às lesões de pele ou mucosas decorrentes de materiais perfurocortantes em situações de enchentes. Na ocorrência de lesões de pele ou mucosas é importante que o local seja higienizado, inicialmente com água e sabão e, caso a pessoa não seja imunizada, deve procurar uma unidade ou equipe de saúde mais próxima da sua residência. Lembre-se de que o diagnóstico precoce é um fator importante no tratamento do paciente, minimizando o seu sofrimento e complicações. A melhor forma de prevenção é a vacinação. Ela é gratuita e está disponível em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Se você não se lembra se foi vacinado, ou caso possua outras dúvidas, procure o serviço ou a equipe de saúde mais próximo, levando seu cartão de vacinação. Caso não possua esse cartão, informe ao profissional de saúde para que receba a orientação adequada. Obs: Jamais deixe de fazer as INSPEÇÕES DE SEGURANÇA ! Se houve lesão, pare a atividade do colaborador em encaminhe-o para o ambulatório médico, PRONTO SOCORRO,  UPA ou SANDU  mais próxima. Procure de informar mais nos blog da seguranca do trabalho.

  

 

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Os  colaboradores devem ser treinados até para estocagem de materiais nos canteiros de obras

Na escolha do local de estocagem e na arrumação dos materiais deve-se evitar a obstrução da circulação de pessoas e veículos e de acesso a extintores portáteis de incêndio, quadros ou chaves elétricas e pontos de iluminação. Nenhum material deve ser colocado diretamente sobre o solo ou laje, devido à possibilidade de umidade e infiltrações eventuais, sendo aconselhável colocar-se um estrado, pallets, calços de madeira, camada de tijolos maciços etc, perfeitamente nivelados, sob o material. Os materiais não devem ser depositados em rampas ou passagens provisórias, porque, além de obstruí-las, elas podem não resistir ao peso das cargas. As plataformas de proteção (principal, secundária e terciária) e assoalho de fechamento de aberturas no piso, não devem ser usadas como depósito de materiais, mesmo que provisoriamente. Os materiais não devem ser colocados ou empilhados junto à beiradas de laje (fachada, empena ou abertura no piso), sendo recomendável manter-se um afastamento mínimo, igual à altura da pilha. Os tubos deixados provisoriamente próximos à beiradas de laje, devem estar dispostos perpendicularmente a elas, de maneira a evitar que rolem no sentido da beirada. As pilhas de materiais devem ser feitas e mantidas aprumadas ou em forma de pirâmide, de maneira a evitar seu tombamento. Materiais estocados, tais como: pedra, areia, saibro, entulho, ou empilhados, devem ficar, pelo menos 0,50m (cinqüenta centímetros) afastados de paredes, de modo a evitar pressão lateral excessiva e facilitar o combate a incêndios, em caso de necessidade. empilhamento errado de sacos provoca risco de desabamento, devido à compactação do conteúdo ou deslizamento das camadas. As camadas sucessivas devem ser cruzadas cuidadosamente. Vergalhões, perfis, tubos etc devem ser separados de acordo com suas bitolas e quando não for possível evitar sua estocagem em locais de passagem obrigatória, devem ser construídos degraus provisórios e acessos nas cabeceiras das pilhas. O uso de vergalhões fixados verticalmente para conter uma pilha, deve ser evitado ou ter suas extremidades protegidas, de maneira a evitar ferimentos nos trabalhadores. O empilhamento de madeiras para uso não imediato, deve ser feito sobre base sólida. Os caibros devem ser estocados com espaçadores transversais entre cada camada, da mesma forma que os perfis metálicos. Somente devem ser empilhados juntos, tábuas e caibros de comprimentos aproximados. Os dispositivos utilizados para organizar e estocar os materiais deve possuir resistência compatível com o peso do material estocado, mais uma folga de 50%. Todos devem estar em bom estado, limpos, ordenados e com as capacidades máximas claramente indicadas e sinalizadas. Tubos e canos devem ser estocados de forma que permitam o travamento das pilhas sem risco de rolagem ou queda. A forma de estocagem deve permitir também a utilização de equipamentos móveis de içamento ou talhas para o seu manuseio. É expressamente proibida a estocagem de chapas metálicas, mesmo após curvadas, na vertical. As chapas devem ser estocadas na horizontal, com espaçadores de madeira entre cada chapa para permitir a sua movimentação com maior facilidade. Gases industriais, matérias/fontes radioativas e produtos controlados pelo Ministério do Exército e Polícia Federal requerem locais e condições especiais de estocagem, que serão abordados em documentos específicos. Cuidados especiais de identificação e manuseio devem ser tomados com equipamentos (vasos) que são recebidos diretamente do fabricante pressurizados com nitrogênio para proteção contra corrosão interna. Os materiais mais pesados devem ser estocados o mais perto possível do solo, para reduzir os riscos e as conseqüências em caso de queda. Antes de estocar qualquer material, principalmente os mais pesados ou delicados, devem ser considerados como será feita sua recuperação posterior. Para isto será necessário analisar as capacidades dos equipamentos de içamento e transporte e a compatibilidade das vias para o acesso ao local da armazenagem. Devem existir áreas reservadas para corredores e armazenamento de materiais devidamente demarcadas com faixas brancas. As passagens de pedestres devem estar claramente demarcadas no piso, especialmente nas áreas em que trafegam equipamentos móveis de manuseio de materiais. Inspeção . As áreas de armazenamento de materiais devem ser inspecionadas periodicamente, com ênfase na arrumação, limpeza, estabilidade das pilhas, instalações elétricas, equipamentos de manuseio e içamento, riscos de incêndio e outras condições inseguras. As correções necessárias devem ser implantadas imediatamente.

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