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Fadiga e stress no trabalho

O que venha a ser direção defensiva na vida do trabalhadorVárias empresas criam Instruções que estabelecem critérios a serem observados para ressarcimento de danos quando da ocorrência de acidentes de trânsito envolvendo veículos da empresa, próprios ou locados, conforme previsto em Acordo Coletivo de Trabalho. Os acidentes envolvendo veículos caracterizam-se em acidente sem vítima ou acidente com vítima ou aquele que resultam em danos materiais.  A responsabilidade poderá ser atribuída Ao condutor de veículo da empresa quando estiver definida em laudo pericial de órgão oficial. Ninguém será responsabilizado sem que haja provas contundentes. Quando o empregado assumir espontaneamente a responsabilidade do Empregado pela ocorrência do Acidente de Trânsito que também se caracteriza como acidente de trabalho a empresa deverá agir de acordo com o procedimento de segurança atribuído a ela que provavelmente foi repassada ao colaborador, ou seja, o mesmo tem ciências dos termos de punição estabelecidos. Existem situações onde caso o empregado omitir o acidente, deixando de comunicá-lo à Gerência imediata ou coordenador do setor de transporte da área no prazo de 2 (dois) dias úteis, sem que para isso tenha justificativa aceitável. Nesse caso, o valor a ser ressarcido pelo empregado deverá corresponder a 100% (cem por cento) do valor dos danos após análise.Lavagem incorreta do veículo Em verdade geralmente muitos trabalhadores dependendo do acidente não fazem a comunicação ao setor de segurança que só vai saber quando toda cena do acidente já foi alterada. O que dificulta a investigação e análise do acidente. EX: Um motorista após vários anos de trabalho na empresa recebeu um veiculo novinho para trabalhar. Querendo fazer uma media com a patroa, pegou o veiculo no horário de expediente e foi dar um passeio com a família. Ao retornar do passeio, deixou a família em casa e no deslocamento de volta para a empresa, feliz da vida, resolveu para num boteco para tomar uma cachacinha. Até ai tudo bem. Mas ao pegar a estrada numa curva perdeu o controle do veiculo vindo a capotá-lo.  Felizmente o colaborador teve ferimentos leves, já o veiculo teve perda total. Só que a empresa só ficou sabendo do farto no dia seguinte, pois por se tratar de estrada vicinal o condutor deixou veiculo, foi para, no dia seguinte não apareceu na empresa, por motivo de agravamento de saúde posteriormente ao acidente que o levaram a dar entrada no pronto socorro, aonde veio à tona, toda a historia do acidente.  Lembrando de que omissão é crime previsto no código penal. Para identificação de causas, apuração de responsabilidades e proposição de medidas preventivas, o acidente poderá ser levado para análise da CIPA do órgão, em reunião ordinária ou extraordinária, convocada por iniciativa do Gerente do empregado, com comunicação prévia aos interessados. Tratando-se de acidente grave, com vítima e potencialmente grave, deverá ser constituída uma comissão especial, convocada pelo Segurança do Trabalho, com participação do técnico de segurança. As decisões tomadas devem ser embasadas na legislação de trânsito vigente (CTB, Resoluções e Portarias). Quando a responsabilidade pelo acidente for atribuída ao condutor do veículo da empresa, o Gerente do órgão providenciará a cobrança dos danos de acordo com as recomendações das normas internas da empresa.  A partir do terceiro acidente, deverá haver um acompanhamento gerencial, caso a caso, sobre a responsabilidade do empregado envolvido no acidente e consequentes medidas administrativas. Ressarcimento de cada acidente será efetuado através de desconto na folha de pagamento do empregado. Ficando comprovado o comportamento doloso, o empregado responderá pelo ressarcimento integral dos danos, sem prejuízo das sanções e ações cabíveis. Quando o condutor for considerado responsável pelo acidente, além das medidas previstas, o Gerente deverá avaliar a necessidade de encaminhar o empregado para: treinamento em direção defensiva ou reciclagem e avaliação médico-psicológica. O ideal é que o motorista tenha plena consciência que a sua falha pode resulta em danos, que quando materiais, com tempo eles serão readquiridos, mas em se tratando da pessoas humana os danos podem ser irreversíveis ou irreparáveis. Para realização de qualquer atividade de trabalho vamos precisar da elaboração de uma ORDEM DE SERVIÇO ! 

  

 

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Sábado, 15 Dezembro 2018 07:30

DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA

DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA

Os Diálogos de Segurança (DDS) são oportunidades para que se implante a cultura de segurança nas diversas áreas, desenvolvendo nas pessoas o hábito da conversa sobre assuntos relativos à saúde e segurança do trabalho. Os DS são reuniões rápidas de aproximadamente 5 a 10 minutos realizados diariamente no local de trabalho para discutir assuntos relativos aos riscos e prevenção dos mesmos, bem como discutir acidentes e incidentes ocorridos. Os coordenadores são os responsáveis por realizarem os DDS nos diversos locais de trabalho, de acordo com sua área de atuação. Possui textos referentes a assuntos relativos à Saúde e Segurança nos diversos locais de trabalho, que podem servir de base para o estabelecimento de discussões e/ou sugestões de melhorias.Nas frentes de serviço geralmente o DDS, e realizado antes dos inicio da atividade, mas, todavia alguns colaboradores não dão muita atenção para o que esta sendo comunicado naquele momento, que talvez possa ser uma recomendação de segurança que pode fazer a diferença na realização segura das atividades.  Embora seja um assunto breve devemos orientar os colaborados que esse é um momento, não é para falar de problemas pessoais, ou de vantagens indevidas.  Hoje com as tecnologias do Smartphones ( fones de ouvido ) as pessoas no momento do DDS, estão logadas no mundo virtual e muitas muitas vezes, o DDS, é apenas mais um momento para se fazer uma leitura, e quando termino a reunião, o colaborador não sabe o que foi dito ou explicado em prol da sua saúde e segurança no trabalho.Então devemos orientar aos coordenadores e lideres de equipes que peça encarecidamente aos colaboradores que no momento de segurança, que realmente seja um momento para falar de segurança e que todos os envolvidos independente da posição ou cargo  na empresa prestem atenção nas recomendações. A tecnologia é um a aliada nos dias de hoje, mas quando utilizada corretamente. Os textos contidos neste manual falam dos assuntos de Saúde e Segurança de uma forma genérica.   É muito importante que, ao realizar o DDS, sejam adaptados aos locais de trabalho, com a citação de exemplos práticos, falando sobre a observação dos procedimentos e acidentes ocorridos que possam relacionar-se com o assunto em questão.embora pareça insignificante é no DDS que podemos identificar riscos em potencial que não seriam percebidos no decorrer das atividades de trabalho. É um momento que vamos ouvir a  dos colaboradores sobre trabalho seguro, para cada passo da atividade.  De repente vamos identificar: Se as ferramentas estão em bom estado de conservação e são adequadas. Se todos da equipe estão portando os EPIs e EPCsrecomendados para realização das atividades; Se o ambiente de trabalho é perigoso, ou seja, insalubre ou não; Se o colaborador esta em condições físicas e psicológicas para realização das atividades. Se todos estão treinados e qualificados para realização das atividades; Se existe um projeto para execução de trabalho, que seja do conhecimento de todos da equipe. Se a sua ideia é boa, vamos coloca-la em prática. Também é um momento para verificar a presença dos colaboradores que estarão executando a atividade. E o mais importante é que estaremos conhecendo pessoalmente todos os nossos colegas de trabalho do dia a dia, o que para muitas pessoas parece impossível. Parece que é muita coisa que é revisada no momento do DDS, mas quando conduzido de forma correta realmente num curto espaço de tempo conseguiremos realizar todas estas anomalias que se não tratadas antecipadamente podem se tornar um acidente. Não veja o DDS apenas como um bate papo, veja como um momento que se conduzido com clareza e responsabilidade possa ser um evento que pode mudar a sua vida diante de suas atividades laborais.  1.4.1 Cabe ao empregador: a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho; b) informar aos trabalhadores: I. os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho; II. as medidas de controle adotadas pela empresa para reduzir ou eliminar tais riscos; III. os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos; IV. os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho. 3 c) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores; d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho; e) determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho, incluindo a análise de suas causas; f) disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à segurança e saúde no trabalho. g) implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte ordem de prioridade: I. eliminação dos fatores de risco; II. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de proteção coletiva; III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho; e IV. adoção de medidas de proteção individual.

 

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