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Risco de contaminação por contato de cimento

risco de tétanoPadrões de segurança para os trabalhos com concreto, fôrma e alvenaria nas obras.  O concreto é um material composto basicamente pela mistura de cimento, agregado miúdo, agregado graúdo, água e eventualmente adições ou aditivos químicos, composto e adensado de forma a não reter quantidade de ar acima daquela incorporada intencionalmente. A armação é o esqueleto do concreto, é a peça que ficará internamente presa à peça concretada. As Fôrmas são moldes provisórios destinados a receber o concreto, que futuramente serão removidas. A Alvenaria são os elementos destinados a separar ambientes externos e internos, utilizando materiais adequados e específicos, ela poderá ser de vedação ou estrutural, dependendo da finalidade. Os trabalhos com estruturas de concreto devem ser supervisionados por profissional legalmente habilitado, sendo que antes do início dos trabalhos todos os dispositivos e equipamentos devem ser obrigatoriamente inspecionados. O local de estocagem dos vergalhões preferencialmente deverá ficar próximo à central de armações, não devendo - se colocar as ferragens diretamente ao solo e separando-as por bitolas. A dobragem e o corte de vergalhões de aço em obra devem ser feitos sobre bancadas ou plataformas apropriadas e estáveis, de forma alguma deverá ser executadas sobre o piso, apoiadas sobre superfícies resistentes, niveladas e não escorregadias afastadas da área de circulação de trabalhadores. A bancada ou plataforma apropriada deverá estar com os pontos de apoio devidamente fixados no solo para evitar tombamento. A área de trabalho onde estará situada a bancada de armação deve ter/ser cobertura resistente para a proteção dos trabalhadores contra quedas de materiais e intempéries e piso não escorregadio. As e lâmpadas de iluminação da área de trabalho da armação de aço devem ser protegidas contra impactos provenientes da projeção de partículas ou de vergalhões. Recomendável que tanto o local de estocagem como a central de armação estejam afastadas de fiação elétrica aérea. A colocação da armação no interior da forma deve ser feita com toda precaução, para não se prensar mãos e dedos. É obrigatória a colocação de pranchas de madeira firmemente apoiadas e fixada sobre as armações nas fôrmas, para a circulação de colaboradores, para evitar o risco de corte e perfurações durante o deslocamento sobre as estruturas montadas. Risco de proliferação de escorpiões amarelosSempre que for necessário caminhar diretamente sobre armação de laje ou viga, deve-se cobri-las com tábuas os locais de circulação obrigatória de trabalhadores, principalmente sob armação negativa de laje. Fiações aéreas não devem ser penduradas, amarradas ou estar em contato em hipótese alguma com armações, devido ao risco de passagem de corrente para esses materiais o que se ocorrer pode levar o trabalhador a óbito. A policorte, guilhotina e dobradeira de aço somente poderão ser operadas profissionais, devidamente habilitadas que sejam autorizados a utilizarem os equipamentos, evitar que pessoas sem qualificação ou experiência façam esse tipo de atividade. Tais equipamentos deverão possuir dispositivo liga-desliga de modo que somente os operadores autorizados tenham acesso. Os equipamentos deverão ter sistema de acionamento por meio de chave.  O operador da poli corte, guilhotina e dobradeira deverão ser treinadas no manual do equipamento. Na frente de serviço onde estão os equipamentos policorte, guilhotina e dobradeira deverá ter evidência efetiva “caras metro/foto” dos colaboradores autorizados a operar os equipamentos.  As operações de corte e solda de vergalhões devem obedecer também os procedimentos de segurança específicos para aquelas operações.  As armações de pilares, vigas e outras estruturas verticais devem ser apoiadas, escoradas, amarradas e estaiadas para evitar tombamento e desmoronamento. É proibida a existência de pontas verticais de vergalhões de aço desprotegidas.  Durante a descarga de vergalhões de aço, a área deve ser isolada. Durante o transporte manual de vergalhões uso obrigatório de proteção para os ombros “ombreira almofadada” para apoio dos vergalhões. Obs.: A ombreira deverá ser de couro. Após a confecção de da armação as laterais deverão ter proteção devido arame com partes cortantes.  É proibida a existência de pontas horizontais de vergalhões de aço desprotegidas. Qualquer transporte manual de vergalhões ou armação pronta deve ser feito com toda preocupação para que pessoas não sejam atingidas. Eis aqui algumas recomendações de segurança para que atividade de manipulação de cimento, corte de dobra de ferragem seja executado de forma segura. Equipamentos de proteção individual; capacete com jugular; botina de segurança; botina de PVC (quando necessário); luva nitrílica (quando necessário); óculos de segurança; protetor auricular tipo concha; luvas de vaqueta ou de raspa; máscara contra poeira (quando necessário); cinto paraquedista (quando necessário); avental impermeável (quando necessário); ombreira de couro almofadada; protetor facial; cinto de segurança tipo paraquedista.

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Realização de neutralização de riscos, nas atividades de trabalho em altura

 A NR 35 considera como trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda. Se estiver trabalhando num talude, ponto de ancoragem e cinto de segurança! Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, ou seja não pode ser feito online, precisamos da presença do colaborador para realizar a subida, também saber da suas reais condições físicas e psicológicas promovido pelo empregador. A aptidão para o trabalho em altura deve ser consignada no Atestado de Saúde Ocupacional – ASO do trabalhador, com exames específicos de E ELETROENCEFALOGRAMA entre outros. Todo trabalho em altura deve ser planejado, com uma ANALISE DE RISCO detalhada, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado e nada de improvisações. Além dos riscos de queda em altura, intrínsecos aos serviços objeto da NR 35, existem outros riscos, específicos de cada ambiente ou processo de trabalho que, direta ou indiretamente, podem expor a integridade física e a saúde dos trabalhadores no desenvolvimento de atividades em altura, por exemplo: choque elétrico, queda de materiais, temperaturas extremas, todas essas condições adversas deverão ser avaliadas e levadas ao conhecimento dos executantes para que seja bem compreendida. No planejamento do trabalho em altura devem ser adotadas medidas de controle de acordo com a seguinte hierarquia, baseada na exposição do trabalhador: Medidas visando evitar o trabalho em altura, sempre que existir meios alternativos para sua execução. Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, se o risco é grave e iminente, pode-se fazer o uso do direito de recusa, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma. Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado consequentemente a atividade não poderá ser executada. Segurança com Eletricidade AVALIAÇÃO DE APROVEITAMENTO TREINAMENTO DE NR 10 BASICO E COMPLEMENTAROs equipamentos de proteção individual, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência, o conforto, a carga a ser aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança,levando em consideração que devem passar por um rigoroso sistema de monitoramento para garantir a eficácia no que diz respeito ao risco em caso de eventual queda. Antes do início dos trabalhos deve ser realizada inspeção rotineira de todos os EPIs, acessórios e sistemas de ancoragem, sendo esta uma verificação detalhada das condições de segurança. Os equipamentos que apresentarem defeitos, degradação ou que sofrerem impactos de queda, devem ser substituídos, exceto quando sua restauração estiver prevista em normas técnicas.Os pontos de ancoragem devem ser selecionados por Profissional Legalmente Habilitado e ter resistência para suportar a carga máxima aplicável.Acho que tá faltando ele aí para controlar o risco de queda de altura. CINTO PARA QUEDISTA NR 35 define que os treinamentos inicial, periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa e, nesse caso, devem ser observados a carga horária, o conteúdo, a aprovação e a validade previstos. Algumas empresa não fazem o monitoramento de seus equipamentos de segurança. Nas inspeções de campo muitas vezes encontramos equipamento deteriorados, com prazo de validade de inspeções vencidos, deteriorados pela ação do tempo, por consequência de armazenamento inadequado ou indo mais além por motivos financeiros, para aquisição de novos equipamento o colaboradores acabam se expondo ao risco de maneira expressiva, contando muitas vezes com o fator,  sorte. Até que um dia o acidente acontece, e toda a economia entre aspas, que foi feita, cai por terra e o preço a se pagar pode ser a vida. Portanto devemos treinar, orientar e mostra para o colaborador que seu maior patrimônio é a sua vida é nada pode se sobrepor a ela!

 

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