images/banners/slide1.jpg
Através da análise de risco, sem tem controle da tarefa!

A análise preliminar de riscos (APR)A análise preliminar de riscos (APR) é uma metodologia estruturada para identificar a priori os riscos decorrentes da instalação de novas unidades/sistemas ou da operação de unidades/sistemas existentes. Essa metodologia procura examinar as maneiras pelas quais a energia ou o material de processo pode ser liberado de forma descontrolada, levantando, para cada um dos riscos identificados, as suas causas, os métodos de detecção disponíveis e os efeitos sobre os trabalhadores, a população circunvizinha e sobre o meio ambiente. Após, é feita uma avaliação qualitativa desses riscos identificando-se, dessa forma, aqueles que requerem priorização. Além disso, são sugeridas medidas preventivas e/ou mitigadoras dos riscos a fim de eliminar as causas ou reduzir as consequências dos cenários de acidente identificados. O escopo da APR abrange os eventos perigosos cujas causas tenham origem na instalação analisada, englobando tanto as falhas de componentes ou sistemas, como eventuais erros operacionais ou de manutenção (falhas humanas).riscos identificados e as suas causas A avaliação dos riscos consiste em se identificar como estamos lidando com os riscos nas nossas instalações, verificando os danos (consequências) e a frequência (probabilidade) de ocorrência deles. Em outras palavras, avaliar riscos é responder a três perguntas: O que pode dar errado? Qual a frequência? Quais os impactos?. Qual a função da analise de risco da tarefaO manuseio de substâncias perigosas (tóxicas, inflamáveis ou reativas) ou de grandes quantidades de energia, seja em instalações de processo, estocagem ou transporte, está sujeito à ocorrência de liberações acidentais destas substâncias ou de energia, de forma descontrolada. Essas liberações descontroladas geram os efeitos físicos dos acidentes (sobrepressões, fluxos térmicos e nuvens de gases tóxicos) os quais podem ocasionar danos às pessoas e/ou instalações presentes na região atingida. A extensão dos possíveis danos é proporcional à intensidade do efeito físico causador do dano. Os tipos de efeitos físicos causados por liberações acidentais de produtos perigosos podem ser os seguintes: radiação térmica devido a incêndio em nuvem, incêndio em poça, bola de fogo ou tocha; impulso e sobrepressão devido à explosão; exposição a concentrações de gás tóxico por períodos de tempo especificados. Tais efeitos são normalmente, os objetos dos estudos de riscos. T ermos utilizados na avaliação dos efeitos físicos;  Incêndio em poça – liberação de líquido inflamável, formando uma poça e posterior ignição desta poça. Incêndio em jato – formação de jato de material inflamável, devido a furo em linha pressurizada, com posterior ignição. Nuvem inflamável – liberação de líquido ou gás inflamável com formação de nuvem. Incêndio em nuvem – para a maioria dos gases inflamáveis, a velocidade de queima é muito baixa e a velocidade de expansão não é elevada. Explosão em nuvem – a turbulência devido a obstáculos na área da região de combustão aumenta a velocidade de frente da chama e leva a explosão por deflagração. BLEVE – boilingliquidexpandingvapourexplosion ou explosão por expansão do vapor de líquido em ebulição ocorre quando um recipiente contendo gases liquefeitos inflamáveis sofre aquecimento, levando ao aumento interno da pressão do recipiente e à perda de resistência de seu material. Atividades envolvendo soldas elétricasBola de fogo – ocorre em decorrência de um BLEVE de líquido inflamável. Uma bola de gás liquefeito por pressurização liberada repentinamente em virtude de um BLEVE, entrando imediatamente em ignição. Boilover – explosão devido a evaporação súbita da água residual em tanques de petróleo após incêndio prolongado. Essa metodologia pode ser empregada para sistemas em início de desenvolvimento ou na fase inicial do projeto, quando apenas os elementos básicos do sistema e os materiais estão definidos. Pode também ser usada como revisão geral de segurança de sistemas/instalações já em operação. O uso da APR ajuda a selecionar as áreas da instalação nas quais outras técnicas mais detalhadas de análise de riscos ou de confiabilidade devam ser usadas posteriormente. A APR é precursora de outras análises.

Publicado emBlog
INSPEÇÕES DE SEGURANÇA NAS ATIVIDADES DE TRABALHO

Como já se sabe, o acidente é conseqüência de diversos fatores que, combinados, possibilitam a ocorrência do mesmo. Portanto, não se deve esperar que aconteçam. É muito importante localizar situações que possam provocá-lo e providenciar para que as medidas prevencionistas sejam tomadas. Por isso, recomenda-se ao membro da CIPA  que procure percorrer sua área de ação para identificar fatores que poderão ser causas de acidentes, empenhando-se no sentido de serem tomadas as providências devidas. A inspeção de segurança permite detectar riscos de acidentes, possibilitando a determinação de medidas preventivas, podendo ser: Geral - envolve todos os setores da empresa em todos os problemas relativos à segurança Parcial - quando é feita em alguns setores da empresa. Certos tipos de trabalho, equipamentos ou máquinas De rotina - traduz-se pela preocupação constante de todos os membros da CIPA  e dos setores de segurança.  Periódica - efetuada em intervalos regulares, programada previamente e que visa apontar riscos previstos, como desgastes, fadigas, super esforço e exposição a certas agressividades do ambiente a que são submetidas máquinas, ferramentas, instalações, etc.  Eventual - realizada sem dia ou período estabelecido e com o envolvimento do pessoal técnico da área.  Oficial - efetuada pelos órgãos governamentais do trabalho ou securitários. Para este caso é muito importante que os serviços de segurança mantenham o controle de tudo que ocorre e do andamento de tudo que estiver pendente relativo à segurança e que estejam em condições de atender e informar devidamente à fiscalização  Especial - é a que requer conhecimentos e ou aparelhos especializados. Inclui-se aqui a inspeção de caldeiras, elevadores, medição de nível de ruído, etc.  Levantamento dos Riscos de Acidentes: Uma inspeção de segurança, para que seja corretamente realizada, deve ser desenvolvida em cinco fases: 1ª FASE - OBSERVAÇÕES Tanto dos ATOS INSEGUROS com o de  adentrar ao canteiro de obras não utilizando nenhum tipo de EPI das condições inseguras,  quando não fazemos  a sinalização e o isolamento da área para evitar o risco de acidentes com prensamento e esmagamento dos funcionários próprios ou até de terceiros.Nas frentes de serviço devemos estar utilizando todos os equipamentos de segurança como:  luvas, capacete, óculos de segurança, calçados de segurança e etc. Caso contrário estaremos cometendo um ato inseguro. Portanto nem se for o Donald Trump, poderá adentrar ao canteiro sem EPIs, como qualquer pessoa ele está sujeito a acidentes se não estiver utilizando os EPIs. 2ª - FASE INFORMAÇÕES:  A irregularidade deve ser discutida no momento em que é detectada para que a solução do problema venha antes de qualquer ocorrência desagradável.  Antecipação do risco pode neutralizar a possibilidade da ocorrência de um acidente,  as decisões devem ser tomadas em conjunto e não individualizada.  3ª - FASE - REGISTRO Os itens levantados na inspeção devem ser registrados em formulário próprio, para que fique claro o que foi observado, em que local, as recomendações e as sugestões. Não tente de forma alguma convencer os seus colegas de trabalho e as irregularidades que você visualizou estão gravados na sua memória,  há um ditado que diz: Quem não registra não é dono ! 4ª - ENCAMINHAMENTOS: Os pedidos e recomendações provenientes da inspeção de segurança devem ser enviados aos setores e ou pessoas envolvidas, seguindo os procedimentos próprios da empresa. E aos colaboradores deve ser dado um feedback para que tenham conhecimento do risco a que está exposto e o que está sendo feito para melhorar a condição de execução de um trabalho seguro e livre de acidentes. 5ª - FASE ACOMPANHAMENTO  Não se pode perder de vista qualquer proposta ou sugestão para resolver problemas de segurança, desde o seu encaminhamento ao setor competente até a sua solução. Toda inspeção de segurança implica a emissão de um relatório que, muito embora não tenha um modelo próprio, deve ser minuciosamente elaborado.

 

Publicado emBlog
Curso NR

Mais Lidas

Como elaborar relatório de ocorrência de acidente de transito, no veículo  a serviço da empresa
Blog Como elaborar relatório de ocorrência de acidente de...
No Brasil os dados são ainda inconsistentes, mas acidentes e doenças do trabalho impactam ...
A utilização incorreta das ferramentas manuais, podem danificá-las e ainda causar lesões aos colaboradores!
Blog A utilização incorreta das ferramentas manuais, podem danificá-las...
É obrigação de o colaborador manter os equipamentos e ferramentas em condições de uso. V...
Nas atividades de trabalho, a utilização dos EPIs, é mais que um dever, é uma obrigação !
Blog Nas atividades de trabalho, a utilização dos EPIs,...
O trabalhador poderá interromper suas atividades quando constatar uma situação de trabalho...
Técnico de segurança do trabalho  e as suas atribuições nos canteiros de obras
Blog Técnico de segurança do trabalho e as...
Independentemente da obrigatoriedade legal, as empresas que executarem atividades deverão ...

Quer receber mais conteúdos brilhantes como esses gratuitamente?

Cadastre-se para receber os nosso conteúdos por email

O Blog Segurança do Trabalho tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus leitores, visando aborda sobre os mais variados temas no âmbito da segurança e saúde do trabalho, direito trabalhista, direito previdenciário, meio ambiente, comportamento pessoal e profissional, entre outros. Dessa forma, o site vem ganhando seu espaço e reconhecimento.