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ATIVIDADE DE TRABALHO EM ALTURA

As escadas, rampas e passarelas que estão presentes nos mais diversos ramos de atividades de trabalho, quando de madeira deverão ser de boa qualidade, sem apresentar nós, rachaduras e estar completamente seca, recomenda-se que na construção a madeira deve ser resistente, mas o que mais se vê no dia a dia, nas atividades de construção civil são as improvisações. Muitas sobras de madeiras são utilizadas como peças de andaime que são montados por pessoas que não tem um treinamento para estar executando esse tipo de atividade. Vão sobrepondo tábuas para obter estabilidade e firmeza sem que que haja um projeto seguro da estrutura, aumentando risco de acidente que podem ter consequência com potencial de fatalidade. Não utilizar tintas sobre a madeira que possam esconder eventuais defeitos, e sim aplicar produtos conservantes transparentes (vernizes, selantes, imunizantes e outros). As escadas, rampas e passarelas podem ser também construídas em estruturas metálicas ou outro material que resista aos esforços solicitados. Nas construções metálicas devemos ficar atentos as soldas das peças é também como é feito o torque dos parafusos quando as mesmas são aparafusadas. Pois quando construídas desse material as pessoas tem ideia de ser mais seguro. Não devem ser confundidos com mezaninos para depósito de materiais. As escadas, rampas e passarelas devem ser utilizadas para o fim a que se destinam, evitando-se qualquer tipo de improvisação. As passarelas em algumas edificações são construídas de forma improvisada. Algumas são construídas sem guarda corpo colocando o colaborador em risco de queda de altura. Em outras situações faltam os rodapés para evitar risco de queda de projeção de materiais. As escadas, rampas e passarelas deverão ser submetidas a freqüentes inspeções de suas condições de uso, principalmente aquelas que são submetidas a ação de intempéries em especial antes de serem instaladas e/ou utilizadas, durante e após o término quando a mesma tiver de ser retirada. Dever ser formalizado um check list para comprovação da estabilidade com sugestões de melhorias caso seja encontrado alguma anomalia. Os pisos das escadas, rampas e passarelas deverão ser dotados de sistema antiderrapante para evitar que os trabalhadores escorreguem. Tipos: chanfros, ranhuras, réguas, frisos, entre outros, que devem ser adequados a cada tipo de superfície. Os prevencionista tem a missão de verificar essa anomalias nos ambientes de trabalho, notificando os responsáveis pela atividade. Mesmo com todas as recomendações de segurança nos processos construtivos, temos um alto índice de acidentes ocorridos nos deslocamentos de pessoas, ou até mesmo no processo construtivo. Há casos que se pode até dar um prazo para adequação, mas quando a condição é de risco grave e iminente o ideal é a paralisação imediata da atividade. Embora vamos ter em algumas situações a resistência por parte das lideranças é muito simples a tomada de ações prevencionista. Vamos lembrar que todo trabalhador passa por um treinamento que chamamos de introdutório antes do inicio de suas atividade onde é repassado a ele todas as recomendações de controle de riscos nos ambientes de trabalho e as formas de neutralização, portanto não há nenhum argumento para que seja feito nenhum tipo de questionamento. Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Portanto se estamos diante do risco e temos a missão de neutralizá-lo, devemos fazer o nosso trabalho. A omissão pode ocasionar perdas que poderão ser irreparáveis. Vamos construir nossas escadas, rampas e passarelas, devemos checar o material antes do início da construção. É mais fácil identificar a falha na fase inicial do que já na fase estrutural onde teremos o famoso “retrabalho”. Não se esqueça, para realização de atividades o colaborador vai precisar de uma ORDEM DE SERVIÇO 

  

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Análise de acidentes tem caráter preventivo e não punitivo !

A análise deve abranger todos os dados disponíveis na cena do acidente, os relatos das vítimas e de seus companheiros de trabalho, além de informações documentais, tais como avaliações de risco, procedimentos e instruções de trabalho.Deve ainda examinar o histórico de eventos adversos no sistema de análise e também, sempre que possível, informações sobre outros eventos ocorridos com os mesmos equipamentos, máquinas, processos, etc, mesmo que em outras empresas. O QUE FAZ UMA ANÁLISE SER ADEQUADA? “Para se livrar das ervas daninhas, você deve cavar até a raiz. Se você cortar apenas a folhagem a planta se manterá viva e sempre poderá crescer novamente.” Uma análise adequada revela a rede de fatores em interação e evidencia os fatores subjacentes e latentes. Análises que se encerram nos fatores imediatos identificados na proximidade da ocorrência do acidente não contribuem para evitar que outros acidentes ou incidentes ocorram. Somente com a identificação dos fatores subjacentes e latentes, que propiciam a existência dos fatores imediatos, será possível adquirir conhecimento capaz de eliminar ou controlar o risco de ocorrência de outros eventos adversos. Lidar apenas com fatores imediatos resulta no máximo em mudanças superficiais, mas, com o tempo, os fatores subjacentes e latentes que não foram abordados podem gerar condições para que outros eventos adversos ocorram, possivelmente com consequências mais sérias. É essencial, portanto, que os fatores imediatos, subjacentes e latentes sejam identificados e resolvidos.Os fatores latentes geradores de eventos adversos são quase invariavelmente falhas de gestão, organizacionais ou de planejamento. Análises devem ser conduzidas para a prevenção de acidentes e não para procurar culpados. As pessoas se tornam defensivas e não cooperativas quando se busca, ainda que indiretamente, atribuir culpa.Estudos demonstram que as pessoas não são livres para escolher suas ações dentro de um processo de trabalho, pois essas ações são influenciadas por questões gerenciais e administrativas, além de cognitivas e psicológicas. O importante não é identificar os erros do trabalhador, mas conhecer as razões que tornaram os erros possíveis. Investigações que concluem que “falhas humanas” causaram eventos adversos, além de óbvias, são frágeis tecnicamente, inadequadas e superficiais. Paralelamente à falha humana, há fatores subjacentes e latentes que criam um ambiente no qual “erros humanos” são inevitáveis. O objetivo é estabelecer não apenas como os eventos adversos ocorrem, mas entender os fatores que possibilitaram a ocorrência. Um defeito na concepção de uma máquina, por exemplo, vai se perpetuar como fator gerador de eventos adversos independentemente da instalação, operação e manutenção da máquina serem adequadas. Devem ser evitadas análises parciais e conclusões apressadas. Supor saber as respostas e explicações para o acidente antes de completar a análise compromete o resultado. Uma análise adequada verificará toda a gestão de SST da empresa. Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Devemos ter conhecimento de todas as possibilidades de ações para evitar que o acidente não aconteça. Evitar os atos e as condições inseguras nos ambientes de trabalho.

  

 

 

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